Amparei, tal mensageiro, na sua rigidez derradeira
Ainda a tempo de os meus dedos colherem a última agitação dos teus átomos
De embalarem os meus numa dança que hão-de perpetuar
De tanto te desejar sei que haverias de passar por aqui
Avanças, para lá de mim, pela mão amiga da poesia negra.
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